O PARTO
terça-feira, novembro 25, 2014
E no dia 29 de Abril de 2013, a terceira filha nasceu.
Não a rejeitei (como morria de medo que acontecesse...), mas também não me apaixonei.
Não a rejeitei (como morria de medo que acontecesse...), mas também não me apaixonei.
Já no quarto da maternidade, a sós com meu marido, fui categórica e perguntei se ele queria fazer o teste de DNA - tivéramos uma conversa, uns meses antes, na qual eu lhe disse, com todas as letras, que não o havia traído, porém continuei na defensiva pois não senti que a confiança dele em mim, estava restabelecida - e ele disse que a filha era dele e não seria necessário o exame.
Nossa relação não era mais a mesma desde aquela frase maldita:
"Para o teu próprio bem, é melhor que tu não esteja grávida!"
Às vezes ainda penso nessa frase, o detonador da minha derrocada em direção à depressão e ao fundo do poço!
Então, ele "resolveu" acreditar em mim, "aceitou" que a filha era dele, mas nem por um momento pensou em se desculpar por seu julgamento errado???
A mágoa ainda não passou...
Às vezes ainda penso nessa frase, o detonador da minha derrocada em direção à depressão e ao fundo do poço!
Então, ele "resolveu" acreditar em mim, "aceitou" que a filha era dele, mas nem por um momento pensou em se desculpar por seu julgamento errado???
A mágoa ainda não passou...
Até a próxima! o/
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2 comentários
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
ResponderExcluirDesculpa, Fernanda! Excluí seu comentário sem querer, me perdoe.
ResponderExcluirUm beijo
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