SEPARAÇÃO - parte I - UM MAL NECESSÁRIO
quinta-feira, fevereiro 19, 2015![]() |
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Oi, Gurias e Guris!
Eis que chega ao fim um relacionamento, de nove anos, que definhava há longos e, por que não dizer, cansativos dois anos e meio (ou quase, ou talvez mais e eu estivesse me enganando... já não sei).
Conversamos algumas vezes, pensando no que seria melhor para todos nós: tentar salvar nosso casamento, termos uma amizade colorida ou nos separarmos.
E depois de tanto tempo, praticamente "empurrando com a barriga", já não estávamos mais convivendo, mas nos tolerando. A separação era "um caso iminente" (palavras dele, o agora ex-marido) e... Antes que a situação se tornasse insuportável a ponto de perdermos o respeito um pelo outro, concordamos que seria um "mal necessário".
Tomada a decisão, veio a conversa: "Como vamos proceder?"
Principalmente porque existem três crianças envolvidas nesse enrosco.
O Jean (vulgo ex-Mozão) já estava procurando um lugar pra ficar. Ele precisava de algumas coisas para se manter e ter o mínimo de conforto, mas não falamos em bens nem em divisões. Estávamos concentrados no bem-estar das crianças.
Conseguimos convencer a Maria Luíza (nossa filha mais velha) a passar mais uns dias de suas férias, com a avó materna, em São Gabriel (região da campanha do RS a 320 Km de Porto Alegre), com a condição de que ela poderia levar seu hamster junto, enquanto nos ajustávamos - ela já entende muita coisa e inclusive percebeu quando tirei a aliança (dei a desculpa de que meu dedo estava doendo e coloquei de novo).
Assim sendo, ficou combinado de que ele poderia vir em todas as suas folgas (comumente aos sábados) e duas vezes na semana, para almoçar com eles, e todas as vezes que fosse necessário e/ou possível.
Ele também me fez prometer que telefonaria sempre que eu precisasse, fosse o que fosse!
Prometi.
E quando prometo... eu cumpro!
Até a próxima! o/
.















10 comentários
É bom quando as coisas acontecem assim, com o entendimento e aceitação das duas partes Tais.
ResponderExcluirAs crianças acabarão por entender por fim. Vocês serão felizes ;)
Beijo !
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Bem melhor assim. Sem perdermos o respeito um pelo outro.
ExcluirUm beijo.
Separação nem sempre é compreensível, seja por um ou pelo outro né? Mas é importante conversar e saber o que é melhor para ambos!
ResponderExcluirBeijocas,
www.nossoglamour.blogspot.com.br
Pois é, Daiana. No nosso caso decidimos o que era melhor para os cinco. Evitando brigar na frente das crianças e continuando amigos, coisa que sempre fomos.
ExcluirEspero que venha mais vezes.
Um beijo.
Vai ser melhor pra vocês, se Deus quizer.
ResponderExcluirhttp://www.virtualparadisee.blogspot.com.br/
Amém.
ExcluirObrigada, Amanda.
Um beijo.
Separação nunca ocorre sem dor né mesmo? mas ainda bem que voces dois decidiram enquanto ainda há respeito e amizade, antes que a raiva viesse a fazer parte do cotidiano, assim a convivencia fica mais facil e para as crianças principalmente é importante que seus pais sejam amigos.
ResponderExcluirDias melhores virão tenha certeza.
bjs
Falou tudo Lila!
ExcluirMuito obrigada.
Um beijo.
Como já te disse, fiquei meio triste, sempre fico, mesmo sabendo q vc ta feliz com a decisão.
ResponderExcluirTorço de coração que as crianças não sintam tanto a separação!
Força Thais!
Obs.: Lendo os posts atrasadamente!
bjs
fernandamouta.blogspot.com
É sempre triste quando algo termina, principalmente um casamento, né?
ExcluirAs crianças estão bem, por enquanto, pois o Jean tem vindo vê-los dia-sim-dia-não e se eles estão chorosos, chamando por ele... eu ligo e ele vem. Taí a vantagem de continuarmos amigos.
Saudade dos teus comentários... hehehehe
Um beijo.
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